De acordo com o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, as estruturas metálicas na construção civil representam um salto de produtividade e precisão para o setor de engenharia pesada e grandes empreendimentos urbanos. A utilização do aço permite a execução de projetos com cronogramas reduzidos e uma organização de canteiro muito superior aos métodos convencionais.
Este artigo explora as propriedades mecânicas do aço estrutural, suas vantagens em termos de sustentabilidade e a versatilidade de aplicação em galpões, pontes e edifícios de múltiplos andares. Continue a leitura para entender por que o metal se tornou o material preferido para quem busca agilidade e resistência em grandes desafios arquitetônicos.
Construa com eficiência
A principal característica que torna o sistema metálico atraente é a sua excelente relação entre peso próprio e resistência mecânica. Como sugere o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, essa leveza estrutural possibilita uma economia significativa nas fundações, reduzindo o volume de escavação e concreto necessário para a base da obra.
Diferente do concreto moldado in loco, que exige tempo de cura e fôrmas complexas, as peças de aço chegam à obra prontas para a montagem, como um sistema industrializado de alta performance. Essa previsibilidade técnica elimina grande parte das incertezas no canteiro, permitindo que os gestores foquem na eficiência logística e na segurança das conexões. Além da rapidez, a sustentabilidade é um pilar indissociável do uso do aço na engenharia moderna, visto que o material é totalmente reciclável e gera pouco entulho.
Quais as principais vantagens das estruturas metálicas em grandes vãos?
A capacidade de vencer grandes distâncias sem o uso de pilares intermediários é o que torna o aço insubstituível em centros de distribuição e arenas esportivas. De acordo com o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a utilização de treliças metálicas permite criar espaços amplos e flexíveis para a operação logística ou industrial.

A esbeltez dos elementos metálicos também favorece o aproveitamento da área útil, permitindo que a arquitetura explore transparências e vãos que seriam inviáveis com outros materiais. Essa liberdade criativa, aliada à rigidez do material, garante que a estrutura suporte grandes cargas de vento e coberturas extensas com segurança absoluta. Outro benefício crucial é a facilidade de integração com outros sistemas construtivos, como fechamentos em painéis termoisolantes ou lajes do tipo steel deck.
Por que o aço é a melhor escolha para a rapidez de execução?
O tempo é um dos insumos mais caros em qualquer projeto de infraestrutura, e as estruturas metálicas oferecem a resposta ideal para a compressão de prazos. Sob o ponto de vista da liderança da empresa do Grupo André Guimarães Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, enquanto a fundação está sendo executada no terreno, a superestrutura já está sendo fabricada em ambiente controlado na fábrica. Esse paralelismo de etapas reduz o tempo total de obra em até 40% se comparado ao concreto armado tradicional.
A montagem em campo é um processo de montagem mecânica, que exige menos operários e equipamentos mais leves, resultando em um fluxo de trabalho contínuo e altamente produtivo. Para garantir que a estrutura mantenha sua integridade por décadas, é indispensável aplicar tratamentos anticorrosivos e pinturas de proteção passiva contra incêndio.
Investir na tecnologia do aço é garantir um Brasil com infraestrutura competitiva
O domínio da tecnologia do aço é o que permite ao Brasil construir uma infraestrutura competitiva e alinhada aos padrões globais de engenharia. Como pontua o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a escolha pelas estruturas metálicas reflete uma visão de futuro que prioriza a industrialização e a redução de desperdícios. Ao transformarmos o canteiro de obras em um local de montagem de precisão, elevamos a segurança de todos os envolvidos e garantimos ativos de longa duração.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez










